Iniciamos o ano com a nítida impressão que necessitamos reciclar vários conceitos urológicos. É o resultado da constante e rápida evolução dos conhecimentos de fisiopatologia, propedêutica e terapêutica que ocorreram em todos os campos da
especialidade. Este contexto envolve esforço considerável para atualização e de investimentos material e humano. Particularizando a Oncologia, sobretudo prostática e renal, essas mudanças são notórias. Levantam-se dúvidas quanto às recomendações do “screening” prostático sistemático; existe uma preocupação constante em reduzir o número de biópsias desnecessárias (dois terços dos casos) associadas a riscos de urossepsis que necessitam, muitas vezes, de hospitalização, custos…
[fusion_button link="https://uroabc.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Revista_UROABC_4-1.pdf" text_transform="" title="" target="_blank" link_attributes="" alignment_medium="" alignment_small="" alignment="" modal="" hide_on_mobile="small-visibility,medium-visibility,large-visibility" sticky_display="normal,sticky" class="" id="" color="default" button_gradient_top_color="" button_gradient_bottom_color="" button_gradient_top_color_hover="" button_gradient_bottom_color_hover="" accent_color="" accent_hover_color="" type="" bevel_color="" border_width="" border_radius="" border_color="" border_hover_color="" size="" stretch="default" margin_top="" margin_right="" margin_bottom="" margin_left="" icon="" icon_position="left" icon_divider="no" animation_type="" animation_direction="left" animation_speed="0.3" animation_offset=""]Leia a edição completa[/fusion_button]
Comments are closed.
